sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O VALOR DE UM AMIGO!

“Amigo é coisa pra se guardar… Debaixo de sete chaves… Dentro do coração…….”

Já cantava Milton Nascimento em 1980, aliás eu aprendi isso ainda bem pequena.


Dizem que amigos valem OURO, para mim, valem DIAMANTES! Veja só a história abaixo e não perca o vídeo, que eu dedico aos meus sinceros AMIGOS:





Um filho pergunta à mãe:
- Mãe, posso ir ao hospital ver meu amigo? Ele está doente!
- Claro, mas o que ele tem?
O filho, com a cabeça baixa, diz:
- Tumor no cérebro.
A mãe, furiosa, diz:
-E você quer ir lá para quê? Vê-lo morrer?
O filho lhe dá as costas e vai…
Horas depois
ele volta vermelho de tanto chorar, dizendo:
- Ai mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente!
A mãe, com raiva:
- E agora?! Tá feliz?! Valeu a pena ter visto aquela cena?!
Uma última lágrima cai de seus olhos e, acompanhado de um sorriso, ele diz:
- Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer:
‘- EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA!’
Moral da história: A amizade não se resume só em horas boas, alegria e festa. Amigo é para todas as horas, boas ou ruins, tristes ou alegres.
CONSERVEM SEUS AMIGOS(a)! SEJAM FELIZES AO LADO DELES PORQUE O VALOR QUE ELES TÊM NÃO TEM PREÇO…

de D. Jana Gomes

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O que não devemos falar.


“GIL era um menino inteligente e bondoso, por isso tinha muitos amigos e sempre gostava de fazer novas amizades. Seus pais cuidaram para que Gil tivesse uma boa educação. O menino sabia que não devia falar palavras feias ou se envolver com coisas erradas. Mesmo sendo criança, Gil já conhecia a Palavra de Deus.
 Um dia, sua mãe lhe ensinou que falar palavrões era um hábito muito feio, que entristece e envergonha as pessoas. Ele prestava atenção em tudo que ela lhe dizia.
 Certo dia chegou à escola de Gil um novo aluno chamado Joca. Ele fazia tudo o que lhe passava na cabeça sem respeitar ninguém. Se alguém contrariasse a sua vontade, ele logo arrumava confusão, saía empurrando e falando palavras feias. Todos tinham medo dele e não queriam ser seus amigos. Já o Gil era diferente e todos gostavam dele e isso causava inveja em Joca. Por isso, certo dia, Joca acabou maltratando o Gil com palavras muito feias, mas muito feias mesmo, e isso diante de todos os colegas. Joca pensou que, agindo assim, faria com que Gil falasse algum palavrão. Crianças, o Gil olhou para o Joca e lhe disse: Você não deveria falar assim, estas palavras são muito feias! Cuidado, porque você poderá um dia ser tratado do mesmo jeito que trata os outros. Eu só peço que Deus o abençoe! Depois de dizer isso, Gil virou-se e foi embora. Joca ficou muito envergonhado porque os outros colegas ficaram olhando para ele e observaram a diferença na atitude dos dois.
 A partir daquele dia, Joca viu que Gil era diferente e procurou se aproximar. Ele resolveu perguntar por que ele não havia lhe tratado grosseiramente também e Gil respondeu que aprendeu com seus pais a respeitar o próximo e que não devemos entristecer a Deus, respondendo às provocações e aos palavrões  que recebemos de outros.
 Sabem crianças, Joca agia daquela maneira porque não conhecia a Deus. Gil aproveitou a oportunidade e o convidou para ir à EBI, pois lá ele conheceria alguém muito importante: O Senhor Jesus.
 Conclusão:
A pessoa que é de Deus não tem o hábito de falar palavras feias que ofendem os outros. Devemos falar palavras bonitas que tragam alegria para os que as ouvem. É preciso ficar atentos com o que falamos, porque a nossa boca fala o que está dentro do nosso coração. A Palavra de Deus diz que: “As palavras dos bons são uma fonte de vida, mas as palavras dos maus escondem a sua violência.” Então, vamos parar e pensar: que tipo de fonte tem sido a nossa boca? Uma fonte de vida com lindas e boas palavras ou uma fonte má com palavras feias e ofensas? Respondam para vocês mesmos e se sua boquinha tem sido fonte de coisas ruins, está na hora de mudar.”   (Blog da EBI)

sábado, 17 de setembro de 2011

Nome escrito no chão

É duro imaginar pessoas que outrora foram livres de múltiplas mazelas e, hoje, como se nada tivesse acontecido, estão vivendo num pedacinho do inferno.
Afastados, ex-obreiros, ex-pastores, ex-esposas de pastores e até ex-bispos e respectivos familiares.
Por conta da lealdade aos princípios da fé, eles traziam consigo a imagem de Deus e ajudaram a libertar tantos sofridos e desesperados.
Apesar das lutas, se encontravam bem fisicamente e espiritualmente. Afinal, serviam a Deus, tinham uma vida estável e gozavam da excelsa paz.
Hoje, trazem em si a imagem do mal. Desgostosos da vida, sem esperança, sem paz, envergonhados e, pior de tudo, sem a certeza da salvação.
Alguns se deram bem economicamente, mas nada que supere a vida de servo do Senhor. Enquanto a maioria está comendo os restos com os porcos.
Não vamos esquecê-los! Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para trazê-los de volta à Casa do Pai.
Mas não podemos ignorar os fatos no meio de Israel. São um referencial para nossa fé.
Corá, Datã e Abirão foram tragados pela terra juntamente com suas respectivas famílias, tendas e tudo mais que os seguiam, por terem se rebelado contra Moisés e Arão.
Acreditamos que, da mesma forma, muitos ex estão sendo tragados, em doses homeopáticas, pelo inferno.
Porquanto, viram todas as grandes obras que fez o Senhor e, ainda assim, não temeram falar contra os servos de Deus. Leia Números 16.1-35
“Ó SENHOR, Esperança de Israel! Todos aqueles que Te deixam serão envergonhados; o nome dos que se apartam de Mim será escrito no chão; porque abandonam o SENHOR, a Fonte das águas vivas.”Jeremias 17.13
Portanto, tocamos as trombetas, em O Nome do Senhor Jesus, para convocar membros, obreiros, pastores, bispos e familiares, enfim, toda a Tribo Universal para nos ajudar a salvar os ex.
Já estamos suplicando ao Senhor para poupá-los, pelo menos até o dia 25 de setembro, quando, então, teremos o grande Dia R - o Dia do Resgate dos Ex.
Gostaria de apelar aos leitores deste blog para orar e jejuar neste sentido, além de se comprometerem a buscar tais ovelhas perdidas, antes que elas tenham seus nomes transferidos do Livro da Vida para o chão.  (Bp. Edir Macedo)