terça-feira, 7 de junho de 2011

A sinceridade na fé!

Quanto maior a sinceridade, mais pura é a fé.
Por outro lado, quanto maior a insinceridade, mais impura é a fé.
Na contramão deste mundo, a fé não é medida pelo comportamento religioso. A parábola do fariseu e o publicano que o diga! ( Lucas 18.10-14 ).
O sincero rasga a alma, “joga limpo”, não disfarça e nem esconde a sua real intenção. Ele é o que é. Sim, sim; não, não. Posição bem definida diante dos seres humanos e de Deus.
Por falta desse comportamento ético, a maioria dos supostos cristãos não vive a fé pura. A insinceridade deles acende a chama da dúvida. E, consequentemente, não há conquista.

Publicação de Bp. Edir Macedo

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Em frente do Espelho






Geralmente são as mulheres que passam mais tempo na frente do espelho, mas hoje, em frente ao espelho, me arrumando para sair, brotou um pensamento.

Se os meus sentimentos reflectissem no espelho seria difícil me contemplar. A imagem de apenas um sentimento corrompido seria terrível, assustadora, deprimente.

Mas, em frente ao espelho hoje, pensei: - “Sinto-me ameaçado pelas potestades, as hostilidades vêm de todas as partes. Dentro de mim, fora de mim.”

E você, o que está passando na sua mente neste dia?

Posso imaginar alguns:

- “Espero que não notem que chorei. Preciso melhorar o sorriso.”

- “Eu me vejo em um beco sem saída.”

- “Sem perspectiva. O que quero fazer não consigo.”

- “Não tenho mais vontade de orar. Não sinto a presença de Deus há muito tempo.”

- “Quero dar o melhor aos meus filhos, mas só tenho a agressividade, a ausência de diálogo, o autoritarismo.”

- “Sinto-me só, não tenho apoio da Igreja, não tenho apoio dos colegas e nem dos amigos”

- “Não controlo meus pensamentos: imagens ruins, ideias ruins, sonhos ruins.”

- “O medo quer me possuir.”
- “Quero beber, embriagar-me, fugir da realidade.”

- “Tenho medo de errar, medo de ser rejeitado, medo de passar fome, de ser humilhado, de enfermidades, de meus filhos se desviarem, das filhas engravidarem. Medo de dívidas, medo da depressão.”

- “Quero fumar. Estranho... fazem anos que deixei.”

- “Não confio em ninguém, poupo a esposa de meus conflitos. Ela está depressiva, ela quer ir embora. A nossa prática sexual está quase falida. Não consigo satisfazê-la. Ela tem bloqueios, acha o sexo imundo. Acho que ela não sabe o que é orgasmo. Nem sabe o que é, e nem sentiu.”

- “Não sei dialogar, não sei externar amor.”

- “Tenho inveja de meu vizinho. Ele parece ser feliz, parece ganhar mais do que eu. Talvez fosse melhor não ter me convertido.”

- “Parece que ser crente não vale a pena.”

- “Sinto-me desmotivado. A igreja não cresce. Os convertidos não crescem.”

- “Sinto-me desprezado pelo vizinho, pelo prefeito, pelos comerciantes, pelo motorista de táxi, pelo engraxate.”

- “Sinto-me abandonado por Deus.”

- “Estou tentado à prática da masturbação, lembro-me que era escape emocional na minha mocidade.”

- “Acho que se esqueceram de mim, ninguém me entende.”

- “Tenho profunda tristeza. Estou só. Sinto-me incompreendido.”

- “Quero gritar. Quero chorar.”

- “Tenho saudade do tempo que vendia electrodoméstico. Saudade da carteira assinada.”

- “Tenho dormido mal, mal estar, maus pensamentos, sentimentos.”

- “Preciso de um ombro para chorar, ouvidos atentos para falar.”

- “Tenho medo de me tirarem daqui, de me cortarem o salário.”

- “Não sei o que fazer. Quero desistir. Quero morrer...”


- “Tenho que reagir.”

- “Vou escovar os dentes, fazer a barba... Tenho um dia todo pela frente.”


Somos todos tão cuidadosos com a aparência exterior, mas frequentemente descuidamos dos sentimentos que habitam nossos corações. Na verdade, deveria ser o inverso, ao menos quando cultivamos uma relação mais estreita com o Criador.


Nosso Pai Celestial não atenta para aparências exteriores. Contemplando a existência humana, Deus vê os nossos sentimentos.


Deus sabe o estado do meu coração hoje, agora, neste exacto momento.


Mas o melhor de tudo é saber que Ele está pronto para continuar lidando com a minha vida e com os meus sentimentos. Só Ele tem o bálsamo que pode curar tudo que não aparece na frente do espelho, mas que habita dentro de mim.


Então hoje eu sei que terei da parte de Deus misericórdia e compaixão, mas também sei que Ele não dará cobertura para os meus erros e descaminhos.
Que maravilhoso é servir esse Deus que me ama e me entende!



Então... Até logo mais espelho!



Deus te abençoe!




                                                         Texto de: Pr. Sérgio M. (Comunidade Univrsal)


quarta-feira, 1 de junho de 2011

A Árvore...

Esta é a história de um homem que contratou um carpinteiro para o ajudar a consertar algumas coisas na sua fazenda. O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil. O pneu do seu carro furou; a serra eléctrica avariou; ele cortou o dedo; e, ao final do dia, o seu carro não trabalhou. O homem que contratou o carpinteiro ofereceu-lhe uma boleia para casa. Durante o caminho, o carpinteiro não disse nada.

Quando chegaram à casa do carpinteiro, ele convidou o homem para entrar e conhecer a sua família. Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e, gentilmente, tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.

Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se. Os traços tensos do seu rosto abriram-se num grande sorriso, ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa. Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até ao carro.

Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou: - Porque tocou na planta antes de entrar em casa? - Ah! Esta é a minha árvore dos problemas. Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas eles não devem chegar até aos meus filhos e nem à minha esposa. Então, todas as noites, deixo os meus problemas nesta árvore quando chego a casa e pego-os no dia seguinte. E você quer saber de uma coisa? Todas as manhãs, quando volto para buscar os meus problemas, eles não são nem a metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior.

“Por mais que os problemas chamem a atenção, despreze os mesmos e concentre-se em alcançar os seus objectivos. Ter problemas é inevitável, ser derrotado por eles é opcional!”

sábado, 28 de maio de 2011

Os 10 sinais de quem está a perder a Salvação.

·         1.Não tem prazer em falar com Deus.
Existem pessoas que se desculpam de falta de tempo, cansaço e de que Deus sabe do que ela precisa, deixando assim de expressar a sua dependência Nele.
·         2.Não tem prazer de conhecer a vontade de Deus.
As pessoas que deixam de ler a Bíblia, automaticamente deixam de ouvir a voz de Deus. Desta forma ficam sem saber qual é a Sua vontade nas suas vidas, pois a Bíblia é a fonte. É nela que está expressa a vontade de Deus para nós.
·         3.Tem medo da morte.
Teme o destino da sua alma, pois não tem a certeza da Vida Eterna.
·         4.Tem medo que o Senhor Jesus volte e não seja arrebatado.
Teme a vinda do Senhor Jesus, porque sabe que a forma de vida que está a ter, não lhe dá o direito de ser arrebatado.
·         5.Valoriza as coisas materiais mais que as espirituais.
Perde a visão da salvação, dando mais valor e priorizando as coisas materiais, deixando o espiritual, que é o principal, como secundário.
·         6.Preocupa-se em agradar mais às pessoas do que a Deus.
Preocupa-se mais com o que as pessoas pensam e esperam a seu respeito, do que o que Deus pensa e espera dela.
·         7.Não tem temor.
Por isso, mente, guarda mágoa, inveja, julga, desobedece, rebela-se, pois o temor não representa medo, mas sim, um profundo respeito. Quando a pessoa se rebela, na verdade ela quer impor a sua vontade.
·         8.Não se concentra no louvor, na oração ou na adoração.
A pessoa facilmente se distrai abrindo os olhos, pensando em outros assuntos e acaba por ficar vazia. Ela “ora”, “louva”, “adora”, mais é como se não estivesse ali. Seus pensamentos são outros…
                ·         9.Não tem alegria da salvação.
A pessoa que é salva resplandece alegria, é feliz seja qual for a situação que esteja a passar, pois esta alegria é espontânea. Ela se sente segura, com paz e não é acomodada.
               ·         10.A mensagem nunca é para si.
Ela acha que a pregação nunca é para ela e sim para os outros. Mas Cristo, está sempre a renovar-nos para aprendermos a ter uma nova mente, coração e espírito.

Fonte: Bp.Júlio Freitas (Blog)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Obreiro: Braço direito do Pastor!

Quando olho a foto abaixo me dá um arrepio… O Obreiro é a extensão do braço do pastor na igreja (pelo menos na minha época era). O pastor dividia com os obreiros a responsabilidade de manter a igreja em ordem, receber e acolher bem o povo.


Antes de iniciar a reunião, os obreiros recebiam o povo na porta, mantinham um relacionamento estreito com alguns, e acompanhavam o desenvolvimento do membro na igreja.
Os obreiros sabiam quando o membro estava sumido ou não, e quando não comparecia às reuniões mais importantes, o procurava.
Após a reunião, em frente ao altar, aguardavam as pessoas que queriam receber uma oração, algumas por sentirem-se mal, outras doentes ou com pedidos pela família.
O respeito pelo Obreiro era grande, por quem quer que fosse; eles eram confiantes em Deus e seu uniforme exalava poder, o diabo tremia. Aliás, até eu tremia de medo quando ia falar com um obreiro, de tanto respeito que tinha por ele.
Não é qualquer um que poderia ser obreiro naquela época, não... O processo era árduo. Em nenhum momento desmereço os de hoje, mas era diferente.
No final dos anos 80 e começo da década de 90, o obreiro com certeza era o braço direito do Pastor, para você ter ideia, talvez eu possa contar aqui algumas coisas que você nunca viu.
Imagine um culto de domingo, que deveria começar às 7h, já são 7h25 e o pastor, por causa de um imprevisto,  ainda não chegou para iniciá-lo. Um obreiro pega o microfone, ajoelha-se, faz uma oração, levanta-se, olha para o povo e diz: “Bom dia, vamos ficar em pé, em nome do Senhor Jesus. O pastor ainda não chegou, mas vamos iniciar o culto buscando a presença de Deus, cante assim comigo: Nesta manhã feliz, neste santo lugar, eu marquei um encontro com Deus…”.
Eu só vi dois obreiros iniciarem o culto no lugar do pastor, pedir oferta, dízimo e ainda “pregar”, até o momento em que pastor chegou e deu continuidade.
Acredito que na mente daquele obreiro deve ter passado algo do tipo: “Obrigado Senhor, por essa oportunidade”.
Quantas vezes você viu isso acontecer?
Não digo pelo atraso do pastor, que é raro, mas o que é mais raro ainda é o obreiro de hoje ter coragem pra fazer isso.
O pastor não se sentiu mal por isso, ele ficou despreocupado, sabe por quê?
O obreiro era o braço direito do pastor.
Isso mesmo, braço direito, e, às vezes, até o esquerdo.
Sabia que muitos obreiros faziam cultos?  Aqueles cultos nos horários que não vão muitas pessoas à igreja, como sábado às 10h ou quinta às15h, entre tantas outras coisas.

Lembro-me também que os obreiros ajudavam muitos nos baptismos.












Repare nos desenhos do tanque baptismal da época (década de 80), se eu não me engano, foi o obreiro Isaque quem fez esses desenhos, que, em minha opinião, já eram lindos, imagine hoje com papel de parede?
É... a igreja não era tão bem estruturada como hoje.
Posso dizer que a igreja era como a igreja primitiva, pois se precisasse de reforma já pensávamos: vamos chamar alguém do povo que possa resolver, e lembro-me do Pastor Randal, quando ele dizia que as paredes da igreja estavam sujas, sempre aparecia alguém para fazer o trabalho de pintura com todo amor.
O tempo passou e quem mudou foram as pessoas, mas se você  deseja voltar a ser como  antes, saiba que só depende de você!
Vamos ser diferentes para fazer a diferença!
Quantas vezes em nossas  pequenas igrejas, nós obreiros, por várias vezes, também iniciamos uma reunião até a chegada de nosso pastor?
QUANTAS SAUDADES!
Obr. Alexandre Fernandes


 Fonte: Bp.Macedo (Blog)